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03/03/2022 - Candidatos, Recrutadores

Por que o burnout é um dos maiores riscos profissionais?

A Síndrome de Burnout passou a ter uma nova classificação na Organização Mundial de Saúde (OMS) em janeiro de 2022 e se tornou uma doença ocupacional caracterizada pelo estresse crônico de trabalho não administrado com sucesso. Seus sintomas são: sensação de esgotamento, cinismo ou sentimentos negativos relacionados ao trabalho e eficácia profissional reduzida.

 

Burnout: exaustão, estresse, frustração, cansaço

 

Falta de motivação, irritabilidade, dores de cabeça e insônia estão relacionadas às longas jornadas de trabalho, ao acúmulo de responsabilidades que causam tensão emocional e estresse crônico. Como consequência, o indivíduo se torna incapaz de atender às demandas e atividades da sua função.

 

O esgotamento emocional no trabalho é uma tendência que preocupa empresas em todo o mundo, afinal, os números são alarmantes:

  • Estudo realizado pelo Indeed mostra que 52% dos funcionários afirmam se sentirem esgotados e um quarto não consegue se desconectar do trabalho;
  • Pesquisa da International Stress Management Association (ISMA-BR) concluiu que o Brasil é o segundo país do mundo com maior número de pessoas acometidas pela Síndrome de Burnout;
  • Em 2020, a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho registrou recorde de requisições de auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez em razão de transtornos mentais;
  • Pebmed apontou que 78% dos profissionais de saúde apresentaram sinais da doença durante a pandemia;
  • McKinsey & Company e Organização LeanIN afirmam que nos Estados Unidos e no Canadá 42% das mulheres sofrem com Burnout e, entre os homens, a taxa é de 35%.

 

Priorizar o bem-estar no dia a dia corporativo faz parte de mudanças que devem ser adotadas para criar um estilo de vida mais saudável. Confira nossas dicas para evitar o Burnout!

  • Reorganização do trabalho. Priorize as demandas mais urgentes e redistribua as atividades. É o momento de pegar mais leve com a vida profissional, evitando a sobrecarga de trabalho.


  • Limites entre vida pessoal e profissional. Muitos funcionários afirmam que nunca se desligam do trabalho e verificam regularmente e-mails e mensagens fora do expediente. Ter momentos de lazer e relaxamento é fundamental para evitar o esgotamento. Por isso, desative as notificações de e-mails e mensagens quando não estiver trabalhando.  


  • Diálogo saudável com os gestores. Uma boa comunicação entre líder e colaborador ajuda a tornar os dias menos estressantes para todos. Caso tenha algum problema – de saúde ou de trabalho – seja sempre transparente com seu gestor.


  • Diminuição da quantidade de ferramentas. Um funcionário médio usa, pelo menos, oito aplicativos por dia para trabalhar. Desta forma, fica mais difícil se concentrar no trabalho real que precisa ser realizado. Na maioria das vezes, a entrega não será prejudicada se os colaboradores verificarem suas caixas de entrada ou mensagens a cada duas horas, por exemplo.


  • Checagens regulares entre os membros da equipe. Investir na orientação de gerentes para reconhecer os sinais de esgotamento é uma boa solução. O gestor pode verificar individualmente os níveis de estresse e o acúmulo de trabalho, além de incentivar o funcionário a tirar férias regulares e dias de licença médica quando necessário. 

 

As instituições precisam não só se atentar ao absenteísmo e falta de retenção de colaboradores, mas também aos riscos jurídicos e financeiros que envolvem a Síndrome de Burnout. A saúde integral dos funcionários é responsabilidade de todos.

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